Foi publicado na sexta-feira, 13 de março, no Diário Oficial do Estado e no Diário Oficial da União, o aviso de lançamento da licitação para a construção da nova maternidade de Corumbá. A obra integra o programa de fortalecimento da rede pública de saúde e contará com recursos do Governo Federal, além de contrapartidas do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e do Município.
O processo licitatório será conduzido pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos, responsável pela execução do empreendimento. A concorrência eletrônica nº 027/2026 prevê investimento estimado em R$ 74.960.829,49 para a construção da unidade, que será classificada como PAC Maternidade – Porte II.
A nova maternidade será implantada em Corumbá, no mesmo terreno onde já está em construção o Centro de Parto Normal Peri-Hospitalar, na rua Pedro de Medeiros, e deverá ampliar e qualificar a assistência à saúde materno-infantil no município e em toda a região, garantindo melhores condições de atendimento para gestantes, parturientes e recém-nascidos.
“Esse anúncio representa um importante avanço para a estrutura da saúde pública de Corumbá, ampliando a capacidade de atendimento e fortalecendo a rede de cuidados voltados às mães e aos bebês”, afirmou o prefeito Doutor Gabriel Alves de Oliveira.
De acordo com o aviso de licitação, a contratação será realizada pelo critério de menor preço, com disputa em modo aberto e execução da obra em regime de empreitada por preço unitário. A sessão pública para abertura das propostas está marcada para 1º de abril de 2026, às 8h30 (horário de Mato Grosso do Sul), por meio do sistema eletrônico de licitações do Governo do Estado.
O empreendimento integra o programa Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que prevê a implantação de novas maternidades em diferentes regiões do país para ampliar a assistência obstétrica e neonatal. As unidades classificadas como Porte II têm capacidade para 101 a 150 leitos e são projetadas para atender gestantes de risco habitual e também de alto risco, contribuindo para a redução da mortalidade materna e neonatal.
O modelo prevê maternidades de média e alta complexidade, com estrutura completa para atendimento especializado, incluindo centro cirúrgico obstétrico, UTI neonatal, unidade de cuidados intermediários e centros de parto humanizado. O projeto também contempla serviços de diagnóstico por imagem, banco de leite humano e acolhimento especializado para vítimas de violência, dentro de um conceito de atendimento humanizado e integral às mulheres e aos recém-nascidos.
