Samyr cobra comunicação antecipada sobre intervenções na ponte do Rio Paraguai

O vereador Samyr Sadeq Ramunieh cobrou da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), comunicação prévia com 72 horas de antecedência, em relação a intervenções, interdições ou restrições de tráfego, totais ou parciais, na ponte sobre o Rio Paraguai, localizada na BR-262, região de Porto Morrinho.

Foi por meio de um requerimento em regime de urgência direcionado ao diretor do órgão estadual Gil Márcio Franco, para que os usuários da rodovia possam se organizar adequadamente, planejar deslocamentos e adotar rotas ou horários alternativos, minimizando transtornos e prejuízos.

Explicou que a solicitação visa informar a todos os usuários com antecedência, evitando o que ocorreu nesse início de semana com a ocorrência de uma nova interdição hoje, das 11 às 13 horas, para execução de serviços de recuperação estrutural da passagem, o que foi comunicado somente na manhã de ontem, segunda-feira, 15.

Disse que sua solicitação se justifica pela importância estratégica da ponte para a mobilidade da população, transporte de passageiros, trabalhadores, estudantes, serviços essenciais e atividades econômicas da região.

“A comunicação antecipada permitirá que os usuários da rodovia possam se organizar adequadamente, planejar deslocamentos e adotar rotas ou horários alternativos, minimizando transtornos e prejuízos. É uma medida que beneficiará tanto os cidadãos que se deslocam de Corumbá em direção a Campo Grande, quanto aqueles que realizam o trajeto no sentido inverso, garantindo maior previsibilidade e segurança aos usuários da rodovia” argumentou.

REFORMA NECESSÁRIA

Por outro lado, Samyr busca junto à Prefeitura, a realização da reforma estrutural com pintura externa e interna, da Unidade de Saúde Padre Ernesto Sassida, do Bairro Dom Bosco, inclusive com envio à Câmara de cronograma, previsão orçamentária e esclarecimentos sobre a manutenção predial do espaço, que se encontra em precárias condições, gerando desconforto aos usuários, desvalorização dos profissionais e pode, inclusive, acarretar riscos à saúde coletiva, além de transmitir uma imagem negativa do serviço público.