Delcídio aposta em ferrovias para baratear custo do transporte e garantir crescimento sustentável

O candidato a governador Delcídio do Amaral (PRD) aposta na reconstrução da Noroeste do Brasil, que liga Corumbá a Bauru (SP), e a interligação das ferrovias como plano estratégico para baratear o transporte em Mato Grosso do Sul. Para o ex-senador, a medida é fundamental para garantir o crescimento socioeconômico sustentável e aumento da competividade.

A ferrovia está abandonada no Estado e mobiliza a classe política há vários anos. Atualmente, a grande aposta é na Malha Oeste, que deve ser licitada pelo Governo Federal nos próximos meses.

“Para o Mato Grosso do Sul ter um crescimento socioeconômico sustentável e para que haja um aumento na competitividade dos produtos sul mato-grossenses, é fundamental aumentar a qualidade e a disponibilidade da sua infraestrutura. Assim, reduziremos custos estruturais e aumentaremos a rentabilidade de seus empreendimentos, desde o pequeno produtor rural até a grande indústria, hoje fortemente penalizados pelas suas deficiências”, defende o candidato no plano de Governo.

“O Governo Federal realizou grandes investimentos na infraestrutura do Mato Grosso do Sul e com perspectiva de realização de investimentos ainda maiores. Cabe ao Governo Estadual potencializar estes investimentos e realizar uma efetiva integração do sistema de transportes no Estado, incluindo um plano conjunto e integrado dos diversos modais de transportes, com ênfase nos investimentos públicos, priorizando os corredores por onde são escoados bens e serviços integrantes de toda a cadeia produtiva do Estado”, propõe.

Delcídio quer a revitalização e reconstrução da Noroeste do Brasil e a interligação da Malha Oeste com a Ferronorte e a ferrovia boliviana. O ex-senador defende um novo traçado para a Rota Bioceânica, que passe por Corumbá e chegue ao Peru para partir até a China.

“Implantar novos centros logísticos, através de PPP’s e parcerias com o Governo Federal, para a recepção, armazenamento e distribuição de cargas, bem como a criação de ‘portos secos’ onde se terá os serviços de aduana e vigilância sanitária. Estes centros têm a função fundamental de agilizar, reduzir custos e dar segurança aos fluxos de cargas”, propõe.