Vereador cobra informações sobre reforma de escola fechada há mais de cinco anos em Corumbá

Genilson José quer saber quando as obras na Escola Municipal Pedro Paulo de Medeiros serão retomadas e quando a unidade poderá voltar a receber alunos

O vereador Genilson José apresentou, esta semana, um requerimento cobrando informações atualizadas sobre a reforma da Escola Municipal Pedro Paulo de Medeiros, localizada na Rua América, na região central de Corumbá.

A unidade escolar está fechada desde 10 de maio de 2021, quando foram identificadas a necessidade de intervenções em sua estrutura. Desde então, a comunidade escolar aguarda a conclusão das medidas necessárias para que o prédio volte a funcionar.

Por meio do requerimento, encaminhado à secretária municipal de Educação, Elizama Medina, com cópia ao prefeito municipal Gabriel Alves de Oliveira, o parlamentar solicitou esclarecimentos principalmente sobre o andamento do processo e o cronograma previsto para a reforma.

Entre os questionamentos apresentados estão quais providências estão sendo adotadas para a retomada dos serviços, quais intervenções estão previstas no imóvel, além da existência de uma previsão para o início efetivo das obras e o prazo estimado para sua conclusão.

Genilson também busca saber se já existe previsão para o retorno das atividades escolares no prédio da unidade.

Comunidade aguarda respostas

Ao justificar o pedido, o vereador destacou a importância da Escola Pedro Paulo de Medeiros para a comunidade e ressaltou que o longo período de fechamento torna necessário ampliar a transparência sobre as providências adotadas pelo Município.

“É importante esclarecer qual é a situação atual, quais melhorias estão previstas, bem como se já existe uma previsão para o início efetivo dos serviços e qual o prazo estimado para sua conclusão”, afirmou o parlamentar.

Segundo Genilson, o acompanhamento da situação pelo Poder Legislativo permite que pais, alunos, profissionais da educação e moradores tenham acesso às informações sobre as etapas necessárias para a retomada da reforma.

A cobrança ocorre diante de um período de mais de cinco anos sem funcionamento da escola em seu prédio original, enquanto a comunidade aguarda informações oficiais sobre o cronograma e as condições necessárias para que a unidade possa voltar a receber alunos e profissionais da educação.